Da ficção científica para a realidade

O cinema sempre tentou provocar a nossa curiosidade e a imaginação do mundo através de filmes de ficção científica como a Guerra dos Mundos, Viagem ao centro da terra  e A Máquina do Tempo. É interessante ver como os filmes mais populares de ficção científica tentam de uma forma geral mostrar os anseios e receios das gerações em relação às novas tecnologias e às descobertas científicas. Mas a verdade é que a tecnologia que até agora fora “exclusiva” de cientistas e engenheiros está cada vez mais acessível ao comum dos cidadãos conduzindo-nos para uma vida cada vez mais tecnológica. Já imaginaram ter uns óculos de sol inteligentes que conseguem ler as emoções e detectar os traumas das pessoas com quem se cruza na rua?! Não se pode dizer que são óculos de visão raio-x, mas a 2AI Labs desenvolveu uns óculos – O2Amps – que dão uma capacidade extra aos nossos olhos para “medir” emoções (ver notícia).

 

Veja-se agora por exemplo a criação da empresa de telecomunicações japonesa NTT Docomo, em parceria com a Fujitsu, de um ecrã transparente único que é sensível ao toque nos dois lados. Promete ser o futuro dos ecrãs permitindo aos utilizadores tarefas múltiplas em dois ecrãs num único dispositivo. Este ecrã duplo permite aos utilizadores aceder facilmente à barra de notificação dos dois lados do ecrã com o dedo indicador (ver notícia).

 

E não se admire se da próxima vez que for a um restaurante encontrar um robô para o servir. Um restaurante localizado em Harbin (China) adoptou recentemente um staff inteiramente de robôs para servir os clientes. Este restaurante dá “emprego” a 18 robos com capacidade para fazer tudo, desde cozinhar a servir. Equipados com detectores de movimentos, estes robôs são capazes de fazer dez expressões faciais diferentes e estabelecer uma conversa em chinês básico (saber mais).

 

 

Até na rua as coisas parecem estar para mudar. O designer russo Mikhail Belyaev desenvolveu um conceito para um candeiro de rua/chapéu de chuva híbrido que pode vir a ser instalado nas cidades para proporcionar abrigo às pessoas quando está a chover. O Lampbrella tem um sensor de movimento e de chuva que ajuda a perceber quando precisa de abrir e fechar (ver notícia).


 

Será que estamos preparados para esta tecnologia toda ou continua ainda a ser só uma “realidade” dos filmes de ficção científica??

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