Mr. Selfridge mostra-nos como comprar

Esta terça-feira, 2 de setembro, estreou na FOX Life a série “Mr. Selfridge”, baseada no livro “Shopping, Seduction and Mr. Selfridge” da autora Lindy Woodhead, e que conta a história de um magnata americano que se propõe a acabar com a Londres enfadonha de 1909, abrindo um dos melhores armazéns comerciais que o mundo alguma vez viu: Selfridges. Basicamente era um Centro Comercial, como aqueles que nós tão bem conhecemos! Mas era algo inovador (e inusitado) para a época; principalmente para a forma como as pessoas encaravam as compras naquele tempo.

Harry Gordon Selfridge, interpretado por Jeremy Piven, é um empreendedor extravagante com um único o objetivo: levar para Londres os melhores produtos do mundo e proporcionar aos londrinos uma experiência de compra emocionante. No fundo, mais do que produtos, ele vendia sonhos, histórias, experiências, momentos. Para tal, o fundador do armazém apostava na organização de eventos e em inovações.

 

Selfridge queria revolucionar o mercado britânico, introduzindo-o à noção (radical) de comprar por prazer e não só por necessidade. Para começar, ele sabia que era estratégico estruturar todo o espaço para que os artigos estivessem mais acessíveis aos clientes. Para além das lojas em si, o armazém tinha restaurante elegantes, livraria, espaço para ler e escrever, e uma “Silence Room”, com iluminação suave, cadeiras profundas, e vidros duplos (esta falta nos nossos Centros Comerciais modernos!), tudo pensado para manter os clientes na loja o maior tempo possível.

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Além disso, tal como nos dias de hoje, recorreu a bastante publicidade paga para promover e divulgar o seu armazém. E também não poupou esforços para contratar a artista Ellen Love (interpretada por Zoe Tapper), para ser a «cara da marca».

E vocês? Que outras semelhanças com os nossos centros comerciais de hoje encontraram?

Quando os criativos são criativos

OlympicRingsCom as estatísticas a avançarem a diminuição do número de leitores da imprensa escrita, os criativos debatem-se cada vez mais para tirar o melhor partido deste meio.  É nos anúncios de imprensa que os criativos podem dar mais asas à sua imaginação, conseguindo por vezes resultados surpreendentes. Nas últimas semanas não consegui ficar indiferente a alguns desses casos, que partilho aqui convosco.

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McDonald’s cria outdoor que só é exibido durante a noite

Com o objetivo de promover a informação de que as lojas do McDonald’s funcionam 24 horas, a agência canadiana Cossette criou um outdoor onde a informação “aberto a noite toda” só se vê quando escurece… os faróis dos carros fazem que com o texto  se torne visível.

 

 

FONTE: http://comunicadores.info/2012/03/26/mcdonalds-cria-outdoor-que-so-e-exibido-durante-a-noite/

Mupie distribui sacos de lixo para as necessidades dos cães

 

Ação para a marca Pedigree para divulgar um dos atributos mais importantes de sua ração: regular o intestino! A agência Proximity BBDO de Toronto criou este mupie que distribuía saquinhos de lixo para os donos recolherem as necessidades dos seus cães. Simples e eficaz!

FONTE: http://www.dracco.com.br/

Outdoors ganharam vida

Os outoors já não são o que eram

Outdoors bem apetrechados