Que cor vêem os vossos olhos?

Tem andado a circular na Internet a imagem de um vestido e desde então não se tem falado noutra coisa. A discussão centra-se na cor do vestido: azul e preto ou branco e dourado?

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Parece que tudo começou quando uma utilizadora publicou a foto do vestido no Tumblr com a legenda: “Pessoal, por favor ajudem-me: este vestido é branco e dourado, ou preto e azul? Eu e os meus amigos não conseguimos concordar” (ver aqui). A imagem rapidamente se tornou viral, sem que os internautas chegassem a um consenso (saber mais aqui). A empresa não perdeu tempo na resposta e desfez todas as dúvidas com um post no Twitter, como podem ver abaixo:

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A verdade é que muitas marcas já se aproveitaram deste buzz a seu favor, como é o caso dos exemplos abaixo (ver mais aqui).

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Até uma das maiores instituições de caridade The Salvation Army não deixou passar ao lado este buzz e lançou uma campanha para chamar a atenção para a violência contra as mulheres. Como se pode ver pela imagem abaixo, a campanha faz uma analogia das cores deste vestido e as cores deixadas pelas nódoas negras nos maus tratos físicos.

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Podem ainda encontrar um resumo de toda esta novela mexicana, com todos os dados estatísticos a ela associados, na infografia abaixo:

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E vocês? Que cor vêem os vossos olhos?

P.S.: Se quiserem esmiuçar ainda mais este assunto, podem sempre consultar este artigo.

As ações de Marketing de Guerrilha andam “a entreter a razão”

O Marketing de Guerrilha tira-nos fora da “caixa” tradicional das ações de comunicação implementadas pelas marcas e empresas, com novas e inusitadas formas para chamar a nossa atenção… e o seu sucesso deve-se à psicologia! As ações de Marketing de Guerrilha (saber mais aqui) conseguem mais facilmente destacar-se do buzz do marketing convencional e fixar-se no “subconsciente” dos consumidores. Jay Conrad Levinson, o norte-americano conhecido como o autor da expressão “Marketing de Guerrilha”, explica-nos a partir de 15 factos psicológicos como e porquê o Marketing de Guerrilha funciona. Se querem que a vossa campanha de marketing se destaque das demais, comecem por dar uma vista de olhos na infografia abaixo:

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Podem consultar mais informações sobre os factos mencionados aqui.

E vocês? Já se deixaram “entreter” pelo Marketing de Guerrilha?

E se uma parte da nossa felicidade dependesse da nossa gratidão?

Hoje, ao ler mais um dos textos do formador e trainer em desenvolvimento pessoal Pedro Rui Carvalho percebi que seria mais feliz se não exigisse nada e aceitasse com gratidão o que a vida me traz (textos aqui). “Count your blessings and you will have an attitude of gratitude” já dizia o filantropo americano John Templeton, que sempre se debruçou sobre a dimensão espiritual da vida. É por isto que, nos dias de hoje, a Fundação John Templeton procura apoiar a investigação relativa à ciência e prática da gratidão (saber mais aqui). Neste âmbito, o professor de Psicologia Robert A. Emmons está a conduzir um projeto de investigação, onde procura as evidências da gratidão nas escolas, empresas e comunidades. A infografia abaixo parte precisamente de um texto publicado por Emmons onde aponta algumas das razões porque é melhor viver com gratidão (ler aqui).

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Retomando o texto de Pedro Rui Carvalho, a gratidão “é semear razões, boas razões para continuar”. Podemos começar por nos sentirmos gratos por aquilo que já temos.

E vocês? Costumam «contabilizar» as vossas bênçãos e dar graças no vosso dia-a-dia?

Estará o multitasking a afetar o nosso desempenho profissional?

Há uma «guerra» pela nossa atenção. Num mundo cada vez mais conectado, estamos constantemente a ser distraídos por notificações de email, sms ou mensagens nas redes sociais… com tantas coisas a «roubar» a nossa atenção, não dá como não cair na tentação de fazer múltiplas tarefas ao mesmo tempo. Mas que impacto terão estas «distrações»? Para responder a esta pergunta, no início deste ano, o Fuze (serviço que oferece soluções de comunicação visual) desenvolveu um estudo para perceber o impacto do multitasking durante as reuniões de trabalho (saber mais aqui).

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Com as tecnologias a evoluírem tão rapidamente, fica claro que as nossas distrações só poderão aumentar.

E vocês? Também não perdem uma oportunidade para multitasking?

Será que vamos ter um novembro cabeludo?

Este fim de semana fiquei a conhecer o «movimento» No Shave November, uma forma diferente (e original) de sensibilizar para o cancro. Em parceria com a American Cancer Society, este movimento tem como objetivo «agarrarem-se» ao vosso cabelo e barba, que muitos pacientes com cancro perdem, deixar crescer e, ao mesmo tempo, doar o dinheiro que gastariam para cortar o cabelo e fazer a barba nesse mês. E mesmo que não estejam prontos para aderir a um novo look, considerem esta oportunidade para doar algum dinheiro, ajudar a espalhar a mensagem e salvar vidas. Para vos ajudar a tomar essa decisão, deixo-vos aqui uma infografia desenvolvida pela empresa de entretenimento online College Humor:

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E vocês? Qual vai ser o vosso look para este mês de novembro?

Sabia que há empresas que estão de olho nas suas fotografias?

Há uns dias, o The Wall Street Journal publicou um texto onde referia que algumas empresas estão a usar software para fazer o «reconhecimento» (i.e. scan) de fotografias – a fotografia de alguém a segurar numa lata de Coca-Cola, por exemplo – para identificar logótipos, se a pessoa na imagem está a sorrir até, e o contexto da cena. Estamos todos cientes de que as fotos que partilhamos através de sites como Instagram, Flickr e Pinterest são visíveis para qualquer pessoa quando partilhadas publicamente. O que não estávamos à espera é que as empresas de marketing digital também estivessem de olho nelas, neste caso com um propósito comercial, como podem ver pela infografia abaixo. É que essa informação permite aos profissionais de marketing, por exemplo, desenvolver anúncios direcionados a um público específico ou realizar pesquisas de mercado.

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Que as empresas andam a «explorar» os textos dos nossos tweets e mensagens nas redes sociais para encontrar palavras-chave que indiquem tendências ou sentimentos em relação às marcas, isso nós já sabíamos. O que nos alerta este texto do The Wall Street Journal é que esta nova técnica de prospeção de imagem é potencialmente mais invasiva porque as fotografias inspiram mais emoções nas pessoas e são consideravelmente mais suscetíveis a múltiplas interpretações do que os textos (ler mais aqui). E embora estes sites de partilha de imagens digam que os seus utilizadores estão bem informados acerca das suas políticas de privacidade, os entendidos na matéria já perceberam que estes não estão a comunicar claramente aos utilizadores que as suas imagens podem ser «apanhadas» e utilizadas para fins de marketing. Sejamos francos, quando partilhamos uma fotografia não o fazemos com a intenção de promover o par de calças que estamos a usar nessa fotografia (pelo menos, a grande maioria de nós)!

E vocês? Já foram «apanhados» em alguma fotografia?

O que podemos esperar do Facebook no futuro do marketing digital?

Já no final do ano passado, empresas e agências começavam a pensar na sua estratégia para a rede social Facebook, sem saber o que esperar desta rede no futuro do marketing digital. Neste sentido, o Scup Ideas (uma referência em conteúdo sobre redes sociais) procurou ouvir a opinião de 209 profissionais no Brasil, resultando numa infografia que foi divulgada em dezembro do ano passado (mais informações aqui). Nesta infografia vão poder ficar com uma ideia das perspetivas do mercado a respeito do papel do Facebook nas estratégias de negócio de empresas e agências.

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E vocês? Acham que o Facebook tem futuro e vai «sobreviver» mais um ano?